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Árvore de copaiba: taxonomía, cultivo e descripção.
 
A copaiba é uma árvore de 20 a 30 m de altura, de tronco reto, com copa globosa e ampla. Pode atingir 30 m de altura, casca rugosa, cinza verdosa com lenticelas pequenas parduzcas, com galinhos glabras.
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A copaiba é uma árvore de 20 a 30 m de altura, de tronco reto, com copa globosa e ampla. Pode atingir 30 m de altura, casca rugosa, cinza verdosa com lenticelas pequenas parduzcas, com galinhos glabras.

I. Taxonomía da árvore de Copaiba.
Família: Fabaceae.
Nome científico: Copaifera paupera (Herz.) Dwyer.
Nomes comuns: Bonshish matisiati e Namboman tsacati (shipibo-conibo); Bunxix (conibo); Capaúba; Copal; Copa-uva; Cupiúba; Jatobamirim; Marimari; Matisihuati e Oleo-branco.

II. Descripção botânica da Copaiba:
Árvore de 20 a 30 m de altura, de tronco reto, com copa globosa e amplia, pode atingir 30 m de altura, casca rugosa, cinza verdosa con. lenticelas pequenas parduscas, com galinhos glabras. Folhas paripinnadas coriáceas, alternas, compostas; apresentam de 4 a 5 pares de folíolos, pelúcidos ponteados, densos finamente reticulados; lustrosas em ambas caras, obliquamente oblonga elípticas, redondeadas ou agudas na base, obtusamente acuminadas de 3 a 5 cm de alto y de 1 a 2 cm de largo.

Inflorescencia terminal racimosa, em panículas estreitas. Flores brancas, sésiles, olorosas, pequenas, bisexuais, glabras por fora e peludas por dentro. Fruto legume bivalva dehiscente. Sementes de 1,2 até 4 cobertas por um anel de vivo cor laranja.

III. Dados ambientais
Clima: Prospera em climas tropicais secos e húmidos, com precipitação pluvial de 1700 a 3 300 mm e temperatura mídia anual de 22 a 26ºC.

Solo: Geralmente areio-arciloso, prospera em solos com baixo nível de matéria orgânica.

IV. Biotopo de populações Naturais:
A copaiba habita em zonas altas e baixas da selva. Tolerante na sombra, baixo estas condições mostra um desenvolvimento lento conseguindo um desenvolvimento a plenitude com alta intensidade lumínica. Encontra-se seja perto que longe de corpos de água, purma fechada, purma jovem e em pastizais. É medianamente resistente a inundação. Compartilha seu hábitat com as seguintes espécies: uvilla, caimito, banana, goiaba, mandioca, pijuayo, kudzu, mamão, arazá, limão.

Taxonomía da árvore de CopaibaV. Cultivo

Época de sembrio: É preferível estabelecer as plantações no início dos períodos de mais precipitação pluvial. Na zona de Loreto, Recomenda-se plantar no mês de novembro.

Esparcimento: Distanciamento de 10 m x 10 m, mesmo assim em fileiras de 7 m x 7 m.

Labores de cultivo: Nos 2 primeiros anos de plantação, é recomendável a eliminação de espécies invasoras.

Proposta de asociação de cultivos: Pode ser um componente perenne em solos de terra firme, recomenda-se estabelece-lo simultaneamente aos sistemas de produção de pão levar (geralmente mandioca/ banana). Formando parte de um estrato meio do sistema,
Poderia establecer-se café e cacau –se os solos são de boa qualidade- ou achiote e arazá –se os solos têm mais conteúdo de areia.

Propagação: Mediante semente sexual, com prévia eliminação do anel. Em plantações em faixas, conseguiu-se uma supervivência da ordem do 47% e em plantações demonstrativas uma planta de 3,5 anos conseguiu uma altura de 2,28 m com uma supervivência do 98%.

VI. Colheta e conservação do produto

Partes aproveitadas:
Madeira, fruto e óleo ou resina.
Colheta: A retirada do óleo ou resina se pratica de maneira rudimentária, fazendo um furo no tronco, de preferência nas árvores de mais idade. Se depois de praticar um furo no tronco, não flui o óleo ou resina, recomenda-se fechá-lo imediatamente com parafina e depois de 14 dias volta a tentar a colheta retirando a parafina; geralmente, depois de transcorrido esse tempo, ocorre a secreção esperada. Outra técnica usada para a retirada do óleo ou resina é mediante incisões em forma de V praticada na casca da árvore, de preferência na base do tronco.

A colheta pode realizar-se todo o ano. Sob condições favoráeis, puede se retirar 12 libras de óleo ou resina em um lapso de 3 horas. Árvores de mais rendimento produzem de 20 a 24 litros de óleo ou resina. Em árvores adultos a colheta se realiza de 2 a 3 vezes no ano.

O florescimento ocorre de dezembro a fevereiro e a fructificação de julho a setembro no departamento de Ucayali.

Manejo pos-colheta: O óleo ou resina, depois de recolhido, deve envasar-se em recipentes de vidro previamente desinfetados com água fervente e bem fechados para evitar sua contaminação.

Informação complementária
Componentes químicos: Contem arredor de 24 hidrocarburos sesquiterpénicos e vários diterpenos, ácidos resínicos como o elácico e copaibico; óleos essenciais, trementina, ácido copaifero, B-cariofileno, E-Cubeno, u-Cubebeno, u-humuleno, EHumuleno y D-Candieno, ácidoresinólico.
Uso medicinal: Cicatrizante, hipotensor, amigdalites, asma, bronquite crónica, cáncer, cistitis, dor de ouvido, hemorroidas, herpes, infecciones, leucorrea, micoses dérmica, psoríases, reumatismo, tétano, tosse, úlceras, sarna, venéreas.

Outros usos: A espécie é maderável usada para fabricar parket e muito apreciada para a fabricação de canoas e outros trabalhos de construção. A madeira è apreciada por sua resistëncia a humidade. A oleorresina se usa na fabricañáo de sabonetes, cosméticos e como combustìvel. Os frutos tëm valor alimentìcio. A resina se utiliza na indústria de pinturas, berniz, plásticos e tintas, entre outros.
Distribuição geográfica: Na Amazônía Peruana se encontra nos departamentos de Ucayali (Tahuania-Atalaya), Madre de Dios e Loreto (Carretera Iquitos-Nauta km 45 y, abundantemente, no baixo Huallaga).

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Referências Bibliográficas
NEBEL, G.; DRAGSTED, J.; VANCLAY, J. 2000 b. Estrutura e composição florística do bosque da planura aluvial inundável da Amazônia Peruana: II. O sotobosque da restinga. Em: Folia Amazônica 10: 151-182.

MEJIA, K,; Plantas Medicinales de Uso Popular en la Amazonia Peruana.
KVIST, L.P.; ANDERSEN, M.; STAGEGAARD, J.; LLAPAPASCA, C. 2001a. Extraction from woody forest plants in flood plain communities in Amazonian Peru: use, choice, evaluation and conservation status of resources. En: Forest Ecology and Management 5465: 1-28.

 
INKANATURA - 10/12/2018
 
 
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